sábado, 8 de agosto de 2009

entenda

Destruiu meu sonho de te fazer feliz,
Agora deixa que meu amor...
Eu destruo aos pouquinhos.

Segue teu caminho,
E, fingindo que sou imatura, como gosta
Sabe assumir meus erros

Afinal. Foram todos meus, não é mesmo?
Em meu erro de não saber amar, fui inocente
Em seu erro de não saber me ensinar, foi inconsequente.

Agora saia de seus esconderijos
Não fique em 'seus cantinhos do meu eu'
Vá com ela, mesmo que ainda não a tenha descoberto

Deixe que eu te grite em mil versos;
Só não volte implorando para ser igual, como fez
Pois igual, nem eu mesma já sou mais.

Acalme sua dor com outro alguém se eu te roubei o dom de apreciar a solidão...
Mas deixa que eu te mate em mim como me matou em mim mesma.