sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

- maitê, minha Paixão!


Minha florzinha. A pequena que eu vi nascer já esbanja sentimento nos palcos por aí.
Aquela que mal pronunciava meu nome, mas já erguia os bracinhos em minha direção, pouco se importando se eu era pequena demais ou inexperiente o bastante a ponto de não conseguir carregá-la; aos poucos se torna uma menina-moça.

A companheirinha, que comigo assistia desenhos e afins durante a madrugada, não julgando minha irresponsabilidade de não colocá-la para dormir cedo naquelas noites de baile, já se expressa com a arte do corpo.

Minha pequena artista, minha fonte de ternura, minha representação de doçura.

Bonequinha real, com quem brinquei dias a fio, despertando meu instinto maternal.

Doce irmã, pura, imaculada. Estes versos que escrevo já não me valem mais nada se não te puseres a ler.

Não há no mundo amor de prima mais adorada, que tenho por esta, a qual tento descrever.

Espero que ainda ilumines palcos e palcos, vidas e corações e seja sempre extremamente querida;

Espero que sejas a artista mais amada, valorizada e exuberante do espetáculo da vida.