terça-feira, 23 de fevereiro de 2010

Sobrenome

Olá amigos-blogueiros.
Confesso que ultimamente tenho andado sem inspiração para escrever, mas hoje, vendo uns vídeos da minha família a saudade apertou, algumas lágrimas correram e decidi apresentar a vocês algumas conclusões que tirei após o ano de 2009. A saudade é tão incontrolavelmente insana e a ausência tão manipuladora que chego a sentir falta desse ano trágico. Não precisam entender o porque ou como, apenas acreditem, e se puderem... sintam! Compartilhem comigo algumas verdades traçadas não pela razão, mas pelo sentir...

Sobrenome;

Descobri que o mundo desaba em questão de segundos,
Que as lágrimas são apenas uma pequena demonstração de fraqueza,
E a paz caminha muito próxima à força.
Aprendi que não se pode controlar outras personalidades que não a sua,
E em certos casos nem mesmo a sua.
Vi que o sofrimento é um círculo vicioso,
Que você nunca chora sozinho,
E que algumas pessoas não tem "laços", e sim CORRENTES afetivas!
Descobri que a dor triplica quando o amor nasce multiplicado,
Que a presença de certas lembranças preenchem o vazio que a ausência traz,
E que "a pausa do mundo" é na verdade apenas o desespero de quem chora.
Aprendi, meus amigos, que a causa disso tudo é meu sobrenome ingrato, intenso, insensato;
O qual ouso negar senti-lo,
Mas existe desfigurado em algum canto de mim.