domingo, 18 de abril de 2010

Tua vez!

Nos momentos incontestáveis
E nas noites intermináveis
Que ficarás a pensar...

Manterás o seu caminho,
Te darei o meu carinho...
Pois conheço o seu pesar!

Nas barreiras das decisões;
Há quem julgue os perdões
Que nunca ousaremos negar.

As feridas que teremos
Não nos valem, pois sabemos
O sentido de amar;

És agora protagonista
E é glória de artista
Encenar pra não sofrer.

Compreendo a sua dor
Não importa aonde for
Continuarás a viver.

E se o mundo terminar...
E a mania de julgar
Te fizer olhar pra trás...

Lembres bem da minha história!
Se não me falha a memória
Somos inteiramente iguais.


Esse poema faz total sentido para mim e minha prima, que passamos pelos mesmos problemas e perdoamos os mesmo erros das pessoas mais amadas de nossas vidas. Me perdoem a ausência de explicação. É melhor que seja assim!