domingo, 9 de outubro de 2011

Palavras de março...

Em março te escrevi uns versos, com meia dúzia de "poderia".
Cinco parágrafos inúteis pra rodear o meu amor; e mascarar, e disfarçar a declaração que aparecia.
Mas meu jeito quase-insensível foi confundível, e te fez pensar que eram pedidos, ou quem sabe reclamações do seu jeito incomum.
Mas reclamação sincera, sobre o seu 'sorriso bobo', não havia em nenhum!
E naqueles versos perdidos, haviam só "palavras de março"...
E palavras não descrevem a alegria que sinto ao te ver dormindo, acordando; e fazendo as coisas mais banais que o mundo te designa a fazer.
Entende agora o que eu quero dizer?
E se a resposta ainda for "não". Tenho mais uma vida inteira para te ensinar que amo você.