terça-feira, 3 de novembro de 2015

Indiferença central

E em mais um bar te chamei
Achando que já te amei
Drogada de carência, meu bem
Que o que te quer em mim, é tédio...
É fato!
Não pense que não te quero também.
Queria mais uma dose;
E companhia aleatória;
De qualquer morador boêmio do reduto;
E em nossas conversas, em parte
Confesso que mal te escuto.

E mal te quero na minha história...
Meu vício em fingir querer, por ora, confunde você, ou vai dizer que não liga?
Que seja, arranje briga!
E bom proveito, rapaz...
Há cada coisa que a gente faz por gente que a gente nem liga!