domingo, 6 de dezembro de 2015

Vem de novo, amor!...

Cai do penhasco em seu colo aberto. E ali, vento certo não me deixa respirar.
Que honra, que medo, que sonho de azar...
Brinca agora comigo,
Perigo!
Nem morri e já estava abraçada. Nasci de novo, rebatizada.
Me registra ao teu nome com voracidade,
E ai de mim! Outra vez perdendo a identidade...