domingo, 9 de julho de 2017

O luto do mundo

Quando morre uma flor, o jardim desflorece
Quando morre a lua, a noite vai embora
Quando morre um conterrâneo, a cidade padece.
Quando morre um diamante, a terra de Minas chora.

Quando morre a musica, esvazia o salão
Quando morre o pierrô, morre também o carnaval
Quando morre uma guerreira, nunca morre em vão 
Quando morre a matriarca, morre o colo maternal 

Quando morre a terra, morrem três corações 
Quando morre um livro, não há memória. 
Quando morre a Itália, morrem as tradições 
Quando morre a fonte acaba a história 

Quando morre a professora, é o fim da lição 
E seguir no aprendizado passa a ser nova meta 
Ao morreres, segue viva em meu coração
Não há de morrer em mim, pra um dia eu morrer completa.